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terça-feira, 22 de julho de 2008

A informação como produto final




Caro leitor,



Lembro-me que, no primeiro semestre da faculdade, o professor nos perguntava por que ser jornalista. A resposta era, na maioria das vezes, a mesma: o prazer em ler e o prazer de escrever. Parece óbvio demais. Mas não era só isso. Descobrimos ao longo do curso que queríamos ter o prazer em informar a verdade.

No ano em que comemoramos duzentos anos da imprensa no Brasil, com debates sobre ética e liberdade dentro da profissão, a equipe da “Revista Colação” elaborada por estudantes de jornalismo do Unicesp sente-se gratificada em proporcionar ao cidadão a prática desse aprendizado.

Ao falarmos de ética e liberdade para o público acadêmico temos a certeza de que estamos nos conectando com diversos setores da sociedade - a internet faz acontecer. Ela antevê o amanhã. Estamos no começo de uma carreira repleta de desafios, preconceitos, dúvidas e considerações. Reflexões morais devem ser feitas diariamente, quase como uma oração matinal.

Podemos afirmar que ao longo de todos esses semestres de amizades, cumplicidades, choros, desculpas, preguiças, inspirações, dificuldades, desentendimentos e solidariedade, tudo, tudo mesmo valeu à pena.

Como futuros jornalistas, colocamos nosso aprendizado a partir de agora para você leitor, nosso mais novo amigo, num blog informativo suave, com leitura dinâmica e interessante.

Através das nossas editorias, você pode saber o que acontece dentro e fora do universo acadêmico. A editoria de educação mostra as ações do Ministério da Educação, dentre outras, para as universidades, como por exemplo a mudança ortográfica ou a orientação para a escolha de uma faculdade. Temos também as oportunidades e estágios dentro da sua área de atuação e, se quiser ir um pouco mais além visite a editoria de intercâmbio. Já a seção de tecnologia mostra novidades que podem ajudar o acadêmico em seus trabalhos.

A Revista Colação traz, ainda, cultura, perfis, lazer, esportes, humor, crônicas, opinião e conta também com entrevistas e matérias especiais que poderão ajudá-lo na escolha da profissão. Tudo feito com muito carinho e dedicação. Pois o que escrevemos a você é o que sentimos, é o que acreditamos, é o que vivemos. As notícias nem sempre são boas, mas fazem parte da realidade que nos cercam.

Certamente a notícia que chega até você é fruto de um trabalho sério e digno de sua confiança, afinal, para nós, a informação é o produto final do nosso compromisso com a verdade e acreditamos que a verdade é a base para a ética, a moral e a liberdade de expressão.
Navegue por nossa revista e boa leitura!
Abraços,


Márcia Henderson
Editora
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Edição 1 - julho/2008
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terça-feira, 8 de julho de 2008

GDF lança programa de avaliação educacional

Por Márcia Henderson

O governo do Distrito Federal lançou, no último dia 2 de junho, um programa para avaliação do desempenho das instituições de ensino. O Sistema de Avaliação do Distrito Federal (SIADE) é inédito e foi desenvolvido pela Secretaria de Educação, sendo empregado na rede pública e privada uma vez por ano.

O objetivo principal do Siade, segundo o governo, é a verificação do rendimento das escolas, considerando a aprendizagem, a gestão e as práticas pedagógicas aplicadas.

Os alunos do ensino fundamental serão avaliados em língua portuguesa, matemática, ciências naturais, história e geografia. Já os estudantes do ensino médio, além da língua portuguesa, serão avaliados em outras disciplinas.

O programa faz parte de um conjunto de ações adotadas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal desde 2007 para a melhoria da qualidade da educação.


Fonte: http://www.se.df.gov.br/

Projeto Incluir recebe mais verba

Por Márcia Henderson




As Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), que participarão neste semestre do programa de Igualdade de Oportunidade e Direito à Universidade (Incluir), tiveram 36 propostas aprovadas pelo Ministério da Educação. As secretarias de Educação Especial e Superior estão disponibilizando mais de R$3,4 milhões para a execução das propostas. O projeto Incluir foi criado em 2005 com a finalidade de garantir o acesso à educação de qualidade para estudantes com deficiências em todas as etapas, modalidades e níveis de ensino.


Serviço:
Dúvidas, sugestões ou maiores informações sobre o Programa INCLUIR podem ser obtidas através dos telefones:
61 2104 8671 / 2104 9831 ou incluir@mec.gov.br

Supletivo para brasileiros que vivem no Japão

Por Márcia Henderson



Os ministérios da Educação e das Relações Exteriores, juntamente com o Governo do estado do Paraná, realizarão este ano a X Edição dos Exames Supletivos no Japão. As inscrições poderão ser feitas até o próximo dia 15 de agosto, pela internet ou nos consulados do Brasil em Tóquio e Nagóia. As provas para o ensino fundamental serão aplicadas no dia 27 de setembro e as do ensino médio, dia 28.

Os exames supletivos de ensino fundamental e médio são aplicados em língua portuguesa para brasileiros que residem ou trabalham em serviços temporários no Japão. O candidato ao exame para ensino fundamental deve ter idade mínima de 15 anos completos e para o ensino médio, 18 anos. Os conteúdos exigidos para os candidatos estão disponíveis para consulta no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).


O Japão tem a terceira maior comunidade brasileira no exterior, depois dos Estados Unidos e do Paraguai. O país reúne cerca de 240 mil brasileiros em atividade temporária, dos quais 40 mil em idade escolar. Para atender pedidos dos trabalhadores brasileiros no Japão, o Ministério da Educação montou, em 1999, uma experiência-piloto com a Secretaria de Educação do Paraná para oferecer exames supletivos. Em 2005, os residentes na Suíça também solicitaram a aplicação das provas.


Fonte: www.mec.gov.br

O "famoso" TCC no Unicesp

Analfabetismo funcional? NUNCA MAIS!!!



Por Márcia Henderson




Todo aluno ao ingressar em uma faculdade tem como sonho a graduação. E os cursos de graduação têm como objetivo formar o aluno e prepará-lo para o exercício profissional. Como avaliação do aprendizado, a faculdade exige um projeto que mobiliza os estudantes a colaborar com a pesquisa acadêmica que vai desde a escolha do tema até a apresentação do trabalho final, o que faz com que os alunos fiquem estressados, pois demanda quase tempo integral.

O TCC – Técnicas de Conclusão de Curso, o “bicho papão” dos discentes, tem como base a monografia, a dissertação e a tese, que deve abordar o tema selecionado pelo aluno, com coerência e consistência, além de um referencial teórico apropriado.

O Manual de Trabalho de Conclusão de Curso do Unicesp apresenta a partir do sétimo semestre, seu Projeto Pedagógico que fundamenta a ação pedagógica, a ser desenvolvida junto aos alunos, como resultado dos conhecimentos práticos e teóricos adquiridos ao longo do curso de graduação, que pode ser acrescido na forma de monografia ou trabalho prático como a produção de revistas, site, reportagem, documentário programa de rádio entre outros.

No sétimo semestre, o aluno do Unicesp inicia o Projeto Experimental I com a elaboração do projeto de pesquisa e no oitavo semestre, o discente parte para o Projeto Experimental II sob a orientação de um docente, pós-graduado, mas a metodologia de pesquisar e apresentar resultados se mantém, como é exigido em todo projeto final.


Objetivos

Os objetivos do TCC dividem-se em duas etapas: gerais e específicas. A etapa geral têm como prioridade a elaboração do projeto de trabalho de conclusão de curso priorizando o tema-problema dentro da área de formação correspondente.

Já a etapa específica, tem como objetivo a construção da pesquisa, com embasamento teórico e metodológico, além de sistematizar os conhecimentos construídos pelo aluno no decorrer do curso, sabendo articular a parte teórica com as práticas adquiridas durante a vida acadêmica. Após isso se deve estruturar o trabalho científico conforme as orientações das disciplinas do Projeto Experimental I e II.



A Definição e operacionalização do TCC 1

A definição e operacionalização da monografia e do produto a ser desenvolvido, exigem um tempo determinado para ser concluído. A monografia deverá ser feita individualmente por cada aluno e os trabalhos práticos (produto) poderá ser desenvolvido em dupla, sempre sob a supervisão de um professor-orientador. Se necessário poderá ter a participação de um co-orientador aluno. Mas os alunos que optarem por desenvolver um produto devem necessariamente apresentar também um memorial descritivo.

Os alunos do sétimo semestre que estão na primeira fase do TCC executarão um projeto de pesquisa que será avaliada por uma banca preliminar de qualificação. Essa banca é formada pelo professor orientador e um professor do corpo docente do Unicesp.



O aluno deverá ter claro que seu projeto de pesquisa consiste em um trabalho de descrição dos procedimentos lógicos e científicos sobre o que se pretende investigar para isso não pode deixar de seguir a regra básica para o projeto:
Tema
Problema
Objetivos: Geral e Específicos
Justificativa
Marco teórico referencial
Hipótese
Metodologia
Grupo de trabalho
Cronograma
Orçamento
Bibliografia consultada.

Nessa primeira fase do TCC, nos projetos experimentais de produto que poderá ser feito em dupla, precisa ficar bem claro qual é a participação de cada aluno. Cada participante precisa ser objetivo sobre o que vai desenvolver, permitindo assim que se tenha uma avaliação individual sobre o que cada aluno desenvolveu.


O aluno também não pode esquecer que terá um tempo máximo de quinze minutos para apresentar à banca preliminar de qualificação. O discente deverá saber que será avaliado na redação em linguagem informativa e técnica, que terá que ser impessoal, preciso e objetivo, além de ter coerência e clareza na informação que irá passar . Para isso, o aluno deverá levar em conta a obrigatoriedade na assiduidade da agenda com seu orientador, pois se sua ausência injustificada poderá atrasar sua graduação.


No mais é ler, ler, ler e estudar, estudar, estudar. Para, enfim, escrever um bom projeto. Entendendo tudo o que leu e escreveu, é claro!